Mobilidade

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Lisboa: Rede de bicicletas segue em frente

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=393057

terça-feira, 9 de Junho de 2009 | 14:57   

Lisboa: Rede de bicicletas segue em frente

A Câmara de Lisboa aprovou hoje em reunião do executivo municipal o relatório do júri do concurso da rede de bicicletas de uso partilhado, que havia sido chumbado pela oposição há cerca de duas semanas.

A proposta foi aprovada com os votos favoráveis do PS, Cidadãos por Lisboa e do vereador José Sá Fernandes, as abstenções do movimento Lisboa com Carmona e PCP e os votos contra do PSD, disse à Lusa fonte da autarquia.

A reunião do executivo municipal decorre desde as 09:30 à porta fechada nos Paços de Concelho.

A oposição tinha argumentado há duas semanas que o caderno de encargos estava mal elaborado e era omisso em questões de segurança.

A rede de bicicletas de uso partilhado insere-se nos projectos de «mobilidade suave» da autarquia, onde também se inclui a construção de 40 quilómetros de pistas cicláveis.

Apresentaram-se seis interessados à criação e exploração da rede de bicicletas, tendo o júri admitido cinco.

Após a aprovação deste relatório, o processo segue para a fase de «diálogo concorrencial».

Diário Digital / Lusa

Viaturas partilhadas (outra forma de boleias)!

http://www.energiapositiva.pt

Porque partilhar uma viatura é um gesto de solidariedade, ecológico e útil economicamente (a nível pessoal, nacional e global)...!

 

Vereador Manuel Salgado considera mobilidade em Lisboa "completamente irracional"

in: http://www.construir.pt/2009/03/04/vereador-manuel-salgado-considera-mobilidade-em-lisboa-completamente-irracional/

Ricardo Batista
4 de Março de 2009

lisboa

«O vereador do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa (CML) defende a necessidade de se repensar totalmente o modelo de mobilidade na cidade por o existente ser "completamente irracional" e pôr em risco a sustentabilidade da cidade.

Alternativas aos carros

Projectos de «Os Verdes»

em debate, na Assembleia da República, dia 22 de Janeiro (a partir das 15h); email que recebi (propostas em anexo):

«Promoção da bicicleta e de outros meios de mobilidade suave

A questão da mobilidade e transportes, não apenas pela componente ambiental de emissões que apresenta, mas também social, enquanto direito que é, instrumental no acesso e usufruto de bens e serviços e portanto de direitos fundamentais (saúde, educação, trabalho, cultura, lazer, participação cívica e política), necessita ser olhada de forma séria, responsável e pró-activa, não apenas, embora definitivamente também, pelos cidadãos, mas antes de mais pelos poderes públicos que têm responsabilidades inalienáveis de zelar pelo interesse público, também nesta área.

Infelizmente os modos de transporte suave, alternativos ao automóvel particular, mormente em pequenos percursos, ou complementares com os transportes públicos, que podem, efectivamente, constituir um meio poderosíssimo ao nosso alcance para mudar comportamentos e melhorar a qualidade de vida das nossas cidades, tornando-as mais livres de automóveis e ajudando a devolver o espaço público aos cidadãos, para que o usem e dele fruam em segurança e sem constrangimentos, não têm sido levados a sério, na maior parte dos casos, pelos nossos poderes públicos.

Por isso, O Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes” apresentou dois projectos de lei e um projecto de resolução (em anexo) que visam contribuir para a mudança de atitudes e para criar uma atitude positiva e pró-activa em defesa da utilização da bicicleta e de outros  meios de mobilidade suave.

Estes projectos serão debatidos na reunião plenária da Assembleia da República do dia 22 de Janeiro (próxima quinta-feira), a partir das 15.00 horas.

Sem mais de momento, apresentamos os melhores cumprimentos,

Natividade Moutinho

Chefe de Gabinete»

Entretanto...dia 21.1.2009 recebi este email respeitante a propostas (em anexo a este post) sobre Benefícios fiscais para as BICICLETAS, pel´«os Verdes»:

«Exmo. Senhor,

Agradecendo o seu contacto, vimos informar que o Grupo Parlamentar "Os Verdes" apresentou duas propostas de alteração ao Orçamento de Estado para 2009 (em anexo) destinadas a promover e apoiar a utilização da bicicleta, designadamente através de dedução em sede de IRS e redução da taxa de IVA aplicável (de 20 para 5%).

Ficando ao dispor para eventuais informações adicionais, apresentamos os melhores cumprimentos,

Natividade Moutinho   Chefe de Gabinete»

Tertúlia e desconferências

Publicado na mailing list bicicletada_pt por Mário Alves:

«Olá a todos,

Conforme combinado na MC, aqui vai uma reflexão sobre a Tertúlia.

A força da MC, como rizoma, ou coincidência (des)organizada, tem muito a ensinar. Queremos uma viagem pela cidade? Marcamos um encontro a uma hora determinada e sem hierarquia ou percurso predeterminado e fazemos caminho. Basta um conjunto mínimo de regras.

O sistema de conferência tradicional PowerPoint (one2many) está um pouco em crise, não só porque com o aumento da complexidade dos problemas o papel do "especialista" começa a perder importância, como começa a emergir cada vez mais a ideia e possibilidade de conversas em "rede" (many2many) entre pares.

The audience is taking the stage (vídeo de 4 min)

Poderemos pensar no modelo da "desconferência", não como substituição de uma Tertúlia tradicional mas como uma possibilidade de eventos preparatórios (em todas as tardes de cicloficina?) que podem dar origem a uma tertúlia mais tradicional daqui a uns meses.

A ideia de 'desconferência' (em inglês 'unconference') é muito sumariamente um encontro onde os participantes definem os conteúdos e têm todos uma voz activa - em oposição ao método clássico vertical é um método aberto e horizontal. A desconferência pode começar umas semanas antes do encontro físico, com presença no Blog e/ou com uma página Wiki onde as pessoas propõem e pré-discutem temas (esta preparação não me parece obrigatória, mas pode ser importante). Da Wiki (ou no próprio dia) resultam temas, tudo é relativamente aberto e possível. Cada tema terá o proponente (o que propõe o tema), o facilitador (o que modera discretamente a sessão do tema) e o porta-voz (o que tira notas e fica encarregado de contar o que se discutiu e as conclusões do grupo). O proponente pode pedir ajuda para os papeis de facilitador e porta-voz, mas tb pode, se desejar,  ficar com os três papeis. A força está no formato aberto (dá para grupos grandes ou pequenos) e colectivo (todos participam de igual para igual e como bem entenderem). É normal que na primeira meia-hora seja caótico, mas se resultar bem, no final poderá ficar um sentimento de energia e força que raramente se sente nas conferências tradicionais.

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